Friday, June 30, 2006

Lembro-me de todas as lágrimas
(como as posso esquecer se ainda estão no teu peito)
Não quis ficar para trás
(mas perdi-me..)

Sou a sombra do que nunca fui
Estou em todo o lado e em lado nenhum
como uma onda
deambulo sem nunca pertencer à praia

Deixaste-me morrer
enquanto ficavas
Deixaste-me morrer
porque sabias que ias partir
Por ti morri ao por do sol
Mas por mim assisti ao novo nascer


Lembro-me de todos os teus risos
(como os posso esquecer se eram as minhas lágrimas que os provocavam)
Não precisas de explicar
(eu sei que foi tudo premeditado)

Quiseste-me matar
enquanto derruias o meu sorriso
Quiseste-me matar
para roubar as minhas asas
Por ti morri ao por do sol
Mas por mim assisti ao novo nascer

Sou a criança que tentas-te fazer desaparecer
Sinto a dor de dentro
como um punhal
Eu tento alcançar o céu
mas sem asas eu caio em queda livre


Deixaste-me morrer
enquanto ficavas
Deixaste-me morrer
porque sabias que ias partir
Quiseste-me matar
enquanto derruias o meu sorriso
Quiseste-me matar
para roubar as minhas asas
Por ti morri ao por do sol
Mas por mim assisti ao novo nascer

Eu caio, levanto-me, as lágrimas continuam a correr e eu não percebo porquê
Eu caio, os sorrisos levantam-me, as minhas pernas libertam-se do chão

Por ti morri ao por do sol
Mas por mim assisti ao novo nascer

me 30-06-06

Thursday, June 29, 2006


Not me
I beg
There’s no dead ‘till

Show me pain
Just like you know how

Take me outhere
Where I have no change
Show me outhere
So I can carry on

The cuts from outside
I feel them open from the deep inside

I feel it from deep inside
I feel it from deep inside

Feed me with blood
I need
Kill me one more time

Take me outhere
Where is only hate
Show me outhere
Untill I scream

The cuts from outside
I feel them open from the deep inside

The hate from outside
I feel it from the deep inside

The dark from outside
I feel it in the deep inside

There´s no one left to safe us,
there´s no hope for sinners
Beatiful death embrace us
Help us fight the cuts from inside

Tuesday, June 20, 2006

Amanhã


Demos as mãos envoltos nas mesmas cinzas
Onde ao menos nos sentimos porque a dor passou
As lágrimas na almofada
Reflectem a verdade por trás
A culpar o tempo dos nossos erros


Tens névoas de mais
A taparem-te os olhos
Mas podes vir amanhã acreditar nas mesmas mentiras
Tens sonhos de mais
A impedir-te de sorrir
Não queres vir amanhã acreditar nas mesmas ilusões?


Enlaçamos as mãos num último adeus
Mas podes vir amanhã…
Tens sonhos de mais
A taparem-te as lágrimas
Não queres vir amanhã acreditar nas mesmas mentiras?

me -20-06-2006