
Às vezes desvio-me da estrada correcta
Às vezes esqueço-me e deixo a porta aberta
Conto-te o porquê das minhas lágrimas
para momentos depois me arrepender
Às vezes sou tua às vezes sou do vento
Às vezes odeio-te por nunca ter sido tua
Sigo em frente mas continuo a olhar por cima dos ombros
desejando que me seguisses
Para não admitir que perdi
Porquê é tão difícil entregar-te a vitória?
Às vezes miro-te,
Às vezes fujo quando te vejo
Desvias-te para me deixar passar
Enquanto me agarras as asas
para ser tua... mas sou do vento
Às vezes adoro-te por nunca teres sido meu
Queria mostrar-te que sei voar mesmo sem as asas
Que desejaste possuir
Para não admitir que perdi
Porquê é tão difícil entregar-te a vitória?
Quando ninguém me vê
posso desistir
Quando ninguém me vê
o mundo cai a meus pés
Quando ninguém me vê
não sou nada
Quando ninguém me vê…
Escrevo no livro da nossa existência o último capitulo
mas tu não leste as entrelinhas
Suponho que era pedir-te demais
que perdesses o teu tempo a ler os versos em branco
Não preenchas as páginas vazias…
de alma e corpo…
Quando ninguém me vê
posso desistir
Quando ninguém me vê
o mundo cai a meus pés
Quando ninguém me vê
não sou nada
Quando ninguém me vê…
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